Pontes Fixas

Falhas deixadas por dentes ausentes podem fazer com que os dentes remanescentes girem ou se movam para os espaços vazios, resultando em uma oclusão disfuncional (errada). O desequilíbrio causado pelo dente ausente também pode levar à problemas de gengiva e a longo prazo (5-8 anos em média) sempre acarretam problemas na articulação temporomandibular (ATM).

As próteses fixas são comumente utilizadas para substituir um ou mais dentes ausentes. Elas preenchem o espaço onde não há dentes e podem ser cimentadas aos dentes naturais ou implantes instalados em locais previamente planejados.

Quando a perda dentária ocorre em mais de um elemento dentário e os elementos perdidos  total ou parcialmente encontram-se próximos a melhor solução pode ser uma ponte fixa. Os dentes são preparado seguindo princípios físicos de distribuição de forças e de forma tal que a coroa ou ponte final se encaixe perfeitamente sobre o preparo.

ponte-fixa-1.jpg ponte-fixa-2.jpg ponte-fixa-3.jpg
Os dentes próximos ao espaço são preparados. A ponte é montada e ajustada para adaptação e conforto. A ponte é cimentada na posição

Os elementos de suporte, chamados de pilares, servem de âncoras para as pontes. E o dente substituído é denominado elemento pôntico. E assim como ocorre com as coroas, você poderá escolher o material utilizado para as pontes. As próteses fixas de porcelana ou metálo-plastica devem ter a mesma cor que a natural dos dentes.

Após, é confeccionado um molde e determinada a cor dos dentes naturais para ser repetida o mais próximo possível na prótese definitiva. O molde é então enviado para o laboratório de prótese dentária (protético).

Coroas provisórias serão colocadas nos locais preparados para cobri-los, enquanto a prótese definitiva está sendo feita. Depois de pronta, removem-se as próteses temporárias e cimenta-se a definitiva sobre os dentes pilares.

A recuperação da função, aspectos estéticos e de custo devem sempre ser muito bem avaliados quando do planejamento de uma prótese.